quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011



Momentos bons voltam? Tornam-se inesquecíveis. Será que vale a pena revivê-los? As chances de te reencontrar são grandes. Como será que tudo vai acontecer? Muito frio no estômago. Foram dias especiais vividos/ trabalhados ao seu lado. 408km de distância, de situações de vidas diferentes.Expectativa, ansiedade, medo. Sabe, quando somos defensivas? Outra cidade, paradisíaca. Estaremos longe de nossas casas. Como você está? O que tem feito? Está com alguém? Casou? Não tivemos mais notícias um do outro. Apenas uma pergunta sua nesse um ano, respondida por outra pessoa. Não pude ir, não me deixaram ir. Mas teremos um outro encontro – se tudo ocorrer bem – em menos de um mês. Serão poucos dias. Medo total da frustração. Mesmo porque sei que não será igual a um ano atrás. Poderíamos ter congelado a última cena, apertado o botão “pause” e agora no próximo mês apertar “play”. A última frase que escutei foi: “Alguém já disse que vc é uma pessoa muito atenciosa e querida?” Você me disse muitas vezes... Não nos falamos mais, vários motivos nos levaram a isso. E não nos cabe julgar. Eu te disse que foi mágico o que tinha acontecido, lembra que procurei no dicionário o significado da palavra Sincronicidade? Demos risadas, passeamos – aliás, um superguia turístico -. Um verdadeiro “gentleman”. Não sei o que nos espera,mas eu sei o que vivi.
Foi bom. E nada que seja bom jamais fica perdido. Faz parte de uma pessoa, torna-se parte de seu caráter”.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

E você, quem gostaria de ser?

Outro dia no metrô, escutei o seguinte diálogo:

_ “ Nossa, você viu? Ela está namorando aquele moço, nossa tudo de bom ele, né?
_ “ Eu vi, na próxima encarnação quero ser que nem ela...”

Espero de coração que essa frase tenha sido de brincadeira. Como assim ser que nem o outro? Pelo dinheiro? Pela beleza? Pela popularidade? Eu quero ser eu mesma, sempre. Com meus “quilinhos” a mais, minhas coxas grossas, meu trabalho, minha família, minha alegria. A frase que escutei tem um significado muito claro: a falta de auto estima da pessoa. Como enfrentamos isso no dia a dia. Seja no ambiente de trabalho, nos relacionamentos, na nossa vida social. No ano passado conheci vários blogs que são específicos para o mundo plus size. Eu amei! Aliás, a madrinha desse blog é dona de um deles. Valeu, Alcione!. Ler os blogs me fez conhecer um mundo que desconhecia, mas ao mesmo tempo tão familiar. As pessoas que são gordinhas e enfrentam o preconceito da sociedade. Sim, ele existe. Mas a falta de auto estima não está presente somente no mundo plus size. Conheço pessoas lindas, magras e bem sucedidas que tem a auto estima do tamanho de uma formiga. Recomendo o livro: “Mulheres que amam demais” da psicóloga Robin Norwood   ou mesmo “Eu que amo tanto” – Marília Gabriela. Auto estima não é conquistada e pronto ela se “instala” dentro de você, não querido leitor(a), é um exercício diário de muita luta e determinação. Existem pessoas que tem a capacidade de nos colocar lá, ao lado da formiga. Isso se chama maldade. "A maldade é filha da fraqueza" Quem já não se sentiu assim?. E quando isso acontece, temos vontade de ser o(a)outro(a), ter o corpo do(a) outro(a), a família do(a) outro(a), o namorado do(a) outro(a)... como se isso fosse resolver todos os nossos problemas. Você não precisa do outro(a) para ser feliz!